sábado, 21 de abril de 2012

Saber encontrar o novo no velho.


O cérebro verdadeiramente original não é o que enxerga algo novo antes de todo mundo, mas o que olha para coisas velhas e conhecidas, já vistas e revistas por todos, como se fossem novas. Quem descobre algo é normalmente este ser sem originalidade e sem cérebro chamado sorte.
Em uma de suas reflexões mais célebres, Marcel Proust afirmou que "a verdaira viagem de descobrimento não consiste em buscar novas paisagens, mas sim em ter novos olhos".
Trata-se de uma capacidade compartilhada por filósofos, artistas e professores: saber encontrar o novo no velho.
Aplicando-se esse conceito ao mundo dos negócios, o empreendedor é aquele que enxerga uma oportunidade onde os outros não veem nada. Essas pessoas têm uma visão mais renovada do mundo e isso lhes permite perceber o que a maioria - com o olhar domesticado pela monotonia - deixa passar.
A questão é saber olhar o mundo sem filtros, estimulado pela curiosidade.
O escritor e cientista Paul Auster concluiu o seguinte:
Dezem que é preciso viajar para ver o mundo. às vezes acho que estando quieto em um único lugar, com os olhos bem abertos, somos capazes de ver tudo o que podemos usar.
Essa é uma breve reflexão a cerca do que eu espero vivenciar nessa nova empreitada pois somente com uma visão renovada sobre a pratica educativa é que poderemos continuar acreditando na educação como ferramenta para a construção de um mundo melhor.

Um grande abraço para todos!!!!

Sandra Santana

Professora da rede pública de ensino, graduada em História pela UCSal e especialista em História e Cultura Afro-brasilera, ministra aulas da disciplina de História para turmas do fundamental II, Ensino Médio e EJA .

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